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Quanto economizo morando na Flórida? Calculadora

Sua economia na Flórida: IR estadual e local documentado, seguro, imposto predial, outros itens, custo da mudança e simulação de crédito opcional.

O que esta calculadora faz

Esta calculadora mostra quanto você economizaria morando na Flórida e qual efeito a mudança teria no seu orçamento recorrente. O cálculo inclui o imposto de renda ainda devido após a mudança, além das diferenças de seguro, imposto predial e outros gastos ou receitas. Use os valores de imposto que constam na sua documentação. Nada de reconstruir a conta toda com a alíquota marginal. A despesa pontual com a mudança é tratada à parte, longe da economia recorrente.

Para quem é

Quem está planejando a mudança para a Flórida é o público principal. Corretores e outros profissionais do mercado imobiliário também usam a ferramenta para testar o orçamento doméstico de um caso específico. Ela trabalha com impostos pessoais devidos nos Estados Unidos e estimativas de custo comparáveis. Comprovar residência fiscal, preparar declaração ou aprovar empréstimo está fora do alcance dela.

Como funciona

O ponto de partida é o imposto de renda estadual e local. Informe quanto paga hoje e quanto continuará devendo após se mudar, com os dois valores na mesma base: ambos anuais ou ambos mensais. Em seguida vêm as mudanças por ano em seguro, imposto predial, demais custos ou renda líquida. Houve queda? Use o sinal negativo (−). Já o custo líquido pontual da mudança aceita + ou −. Para o período, escolha de 1 a 600 meses inteiros. Depois, confronte economia recorrente, economia líquida e prazo de retorno. A simulação de financiamento é opcional; ligue apenas se ela for útil. Nesse caso, você informa a taxa fixa anual que supõe e o prazo do crédito.

Perguntas frequentes

Por que informar valores de imposto, e não a renda vezes a alíquota marginal?

A alíquota marginal vale só para uma parte da renda tributável; aplicada a toda a renda bruta, ela não mostra o imposto total. Para os dois cenários, o de hoje e o de após a mudança, o campo pede o imposto estadual e municipal sobre a renda que consta da sua documentação. Se o documento traz US$12.000 no ano, o valor a digitar é US$12.000. Ganhar US$200.000 brutos com alíquota marginal de 8% não justifica digitar US$16.000 no lugar. Imposto federal e tributos sobre a folha de pagamento não entram em nenhum campo de imposto.

A mudança para a Flórida acaba com todo imposto estadual e municipal sobre a renda?

Não há imposto de renda estadual na Flórida para pessoas físicas. Outro estado, porém, pode seguir tributando você após a mudança: é o caso da renda com origem em Nova York e de alguns formatos de trabalho a distância. Nesses casos, lance o valor documentado que qualquer estado ou município ainda exige, sem cravar 0 por padrão. Residência, créditos, fonte da renda e ano fiscal da mudança devem ser avaliados por um assessor qualificado. A tributação das empresas é um assunto separado.

Como lançar aumentos e reduções anuais?

Em cada custo, pegue o novo valor anual e tire dele o valor de hoje. Custo maior dá número positivo e diminui a economia; custo menor dá número negativo e a amplia. Exemplo: um imposto predial US$3.000 mais baixo vira −US$3.000 no campo. A regra vale para taxas da associação, contas de consumo e aluguel. Saúde, transporte e renda líquida seguem a mesma lógica. Renda perdida entra positiva; renda ganha, negativa. Essa renda já vem descontada de impostos federais e tributos sobre a folha, mas antes da diferença de imposto estadual e local já informada. Cada mudança entra uma única vez.

Para seguro e imposto predial, que números usar na comparação?

Cotações que cobrem exatamente a mesma coisa: seguro residencial, contra vento e contra enchente, com limites e franquias comparáveis. Conte cada seguro só uma vez. Para o imposto predial, peça uma estimativa calculada para um novo proprietário; a conta paga pelo vendedor não serve de base confiável. Há outro gasto importante? Lance-o junto com as demais variações anuais do orçamento; a calculadora não procura cotações, e o que você deixar de fora não é tratado como inalterado.

Como entram os custos da mudança e a ajuda do empregador?

Como um valor líquido pontual, lançado no início. Positivo, ele é um gasto. Negativo, é um crédito líquido após impostos já confirmado, como a sobra da ajuda do empregador depois de pagos os custos. O valor é contado uma vez, no começo, e abatido da economia recorrente acumulada no período. Peça ao seu contador que verifique separadamente o efeito tributário dessa ajuda. Com ou sem crédito, esse montante jamais se soma ao principal da simulação de empréstimo, nem se transforma em ganho mensal recorrente.

O que o exemplo de 12 meses revela?

Suponha que, antes da mudança, o imposto anual seja de US$15.000 e que depois caia a US$0. O seguro aumenta US$4.000, o imposto predial aumenta US$3.000 e o resto fica igual; a mudança em si custa US$12.000. Resultado: economia recorrente de US$8.000 por ano e saldo líquido de −US$4.000 nos primeiros 12 meses, com o custo recuperado em 18 meses. Agora suponha que os US$15.000 de imposto continuem devidos depois da mudança. A economia recorrente passa a −US$7.000; no primeiro ano, o saldo líquido chega a −US$19.000. Nesse caso, o custo da mudança nunca é recuperado. Esses valores são premissas informadas por você, e não alíquotas de Nova York.

Prazo de retorno ou custo nulo garantem que a mudança vale a pena?

Não. Nem o prazo de retorno nem um custo de mudança de 0 garantem que a mudança compensa. Com economia recorrente negativa ou nula, um custo inicial positivo jamais se recupera. O prazo é calculado sobre a economia mensal exata. Já o mês de recuperação é o primeiro mês completo, sempre arredondado para cima: se passar um pouco de 18 meses, conta como mês 19. Ver 0 na tela não prova equilíbrio; quem mostra o valor líquido exato é a situação do orçamento. Sem custo inicial, ou com crédito líquido, o retorno marca 0 e ganha situação própria, ainda que a economia adiante fique negativa. Todo o período simula um orçamento que não muda e não substitui a declaração de um ano incompleto. E o resultado do primeiro ano cobre sempre 12 meses.

O que mostra a simulação de empréstimo opcional?

A simulação vem desligada. Ligada, ela transforma a economia mensal recorrente exata, se positiva, no principal de um empréstimo com amortização completa. A taxa é hipotética e definida por você: nominal, anual e fixa. Não se trata do APR (taxa anual que soma os custos do crédito), tampouco de uma cotação de algum credor. Escolha um dos prazos disponíveis: 10, 15, 20, 25 ou 30 anos. Com a simulação desligada, os resultados não se aplicam; ligada com economia nula ou negativa, eles ficam em 0. O cálculo cobre apenas principal e juros. Ficam excluídos seguro, impostos, entrada, taxas da associação e custo da mudança. Não representa aprovação de crédito nem preço de imóvel.