Entrada do imóvel: quanto juntar e em quanto tempo
Calcule a entrada do imóvel até o centavo e quantos meses inteiros vai poupar; aportes cheios, último valor e aprovação de crédito ficam separados.
O que esta calculadora faz
Sua meta de entrada é o preço do imóvel, mantido fixo, vezes o percentual escolhido: é o dinheiro que você precisa juntar. Esse valor é comparado ao que já está guardado hoje. Depois, a conta soma depósitos mensais iguais, lançados no último dia de cada mês, até o mês em que a meta é atingida pela primeira vez. A meta nunca desce. Ela sobe para o centavo seguinte em vez de cair para o dólar inteiro. Meta já coberta, poupança em andamento e aporte zero são casos separados. A conta cobre apenas a entrada; o total para fechar a compra e a aprovação de financiamento ficam fora dela.
Para quem é
A ferramenta é para compradores e corretores que estão planejando a entrada, com todos os valores em dólares americanos. Aceitam-se metas hipotéticas de 0% ou 100%. Elegibilidade a programas, condições de financiamento, custos da compra e oscilações de preço: confira à parte.
Como funciona
Informe o preço do imóvel, o percentual de entrada desejado e quanto você tem guardado hoje. Preencha também o aporte mensal, a menos que sua poupança atual já alcance a meta; nesse caso, o campo fica em branco como dispensável, e não registrado como US$0. A conta trata só da entrada. Saem oito resultados. Dos oito, olhe com atenção os meses inteiros, o saldo com aportes completos, o excedente e o mínimo do último mês. Mudou algum dado? Refaça o cálculo.
Perguntas frequentes
O que o planejador calcula?
O valor da entrada no percentual que você escolheu e quanto ainda falta. Também mostra quantos meses inteiros de poupança são necessários, se o dinheiro de hoje já basta e a situação da meta. Com aportes mensais completos, projeta o saldo, o excedente e o mínimo necessário no último mês. O preço não muda no cálculo. O dinheiro guardado não rende juros. Não representa o total para comprar nem uma aprovação de crédito.
Por que arredondar a meta para cima no centavo?
Para que o valor, em centavos, cubra pelo menos o percentual escolhido. Por exemplo, aplicando 3,5% a US$750.001, chega-se a US$26.250,035, e a meta passa a US$26.250,04. Quem guardou US$26.250 ainda não chegou lá. Arredondar para cima é uma prática prudente de planejamento, e não uma regra de todo credor. O arredondamento da tela para o dólar inteiro não decide se a meta está coberta.
Posso definir a meta em 0% ou em 100%?
Sim. A calculadora aceita 0% e 100% como metas. Com 0%, não há dinheiro reservado para a entrada, mas isso não prova que você se qualifica para financiamento com entrada zero ou para fechar sem desembolso. Já com 100%, a meta passa a ser o preço inteiro, e mesmo assim não inclui custos de fechamento, mudança e reservas. Quem busca um programa com pouca ou nenhuma entrada precisa cumprir as regras próprias dele para tomador, imóvel e credor. O percentual escolhido não confere nenhuma dessas condições.
Por que posso deixar a poupança mensal em branco quando a meta já está coberta?
Pode: se o que você tem hoje já cobre a meta, não sobra nenhum mês de poupança pela frente. A tela mostra 0 meses, o saldo atual na meta e o excedente, se houver, sem inventar depósito. O campo mensal vazio aparece como dispensável, não como US$0. Se preencher mesmo assim, o valor precisa ser válido. Com a meta descoberta, é preciso informar o aporte mensal, e o campo vazio não vira 0 sem aviso.
E se a minha poupança mensal for de US$0 e a meta não estiver coberta?
Você continua vendo quanto falta, e só isso. Não aparecem mês da meta, saldo projetado, excedente nem valor do último mês. Com esses números, a meta não fecha. Isso não significa 0 meses, espera sem fim ou crédito negado. Aumente o aporte mensal ou ajuste a meta, e o plano muda. Doações, receitas futuras, juros ou variações de preço não informadas nunca entram para cobrir a diferença.
Por que o plano conta meses completos se o último aporte pode ser menor?
Os aportes são contados por meses completos, e o último aporte cheio pode passar da meta. O dinheiro de hoje conta desde o início, e cada aporte mensal completo entra no último dia do mês. Se faltam US$26.250 e você guarda US$1.000 mensais, levará 27 meses. Com todos os aportes cheios, o saldo chega a US$27.000 — US$750 além do necessário. No último mês bastam US$250: guardando só essa quantia, você atinge a meta exatamente. O saldo projetado considera aportes completos, não uma transferência limitada ao que falta.
Que dinheiro informar e o que fica de fora?
O dinheiro separado para a entrada, depois de reservar à parte suas outras necessidades. No campo mensal, coloque o valor líquido extra que você destina todo mês, não a renda bruta. Não conte com ajuda não confirmada nem saques futuros como se estivessem disponíveis ou aceitos. Ficam fora da conta impostos, mudança e custos de fechamento. Custos de financiamento e reserva de emergência também. Sobrar dinheiro acima da meta não garante que o resto está coberto.
O que as fontes oficiais confirmam?
As fontes oficiais lidas em 30 de setembro de 2026 só dão contexto sobre os programas: tratam das opções da Fannie Mae com relação entre empréstimo e valor (LTV) de 97% para quem se qualifica, das condições do VA sem entrada, dos custos separados do financiamento e do seguro hipotecário privado (PMI) nos empréstimos convencionais. Não verificam sua elegibilidade, os seus recursos, o preço nem as condições do momento. Atingir os 20% que você informou não prova que o seguro hipotecário possa ser cancelado ou dispensado em qualquer situação. Confirme com seu credor o empréstimo e o dinheiro de que você vai precisar. A contagem de meses é um cálculo, não uma data de fechamento.
